domingo, 15 de julho de 2018

Editora CINTRA | ARC Edições | Catálogo 2017-2018



coleção O AMOR PELAS PALAVRAS





ZUCA SARDAN | FLORIANO MARTINS


Teatro a quatro mãos, 2017




FREDDY GATÓN ARCE


Prosa poética, 2017
[tradução de Floriano Martins]


ROBERTO PIVA


Poesía, 2017
[traducción de Gladys Mendía]


FLORIANO MARTINS


Poesía, 2017
[traducción de Benjamin Valdivia, Blanca Luz Pulido, Federico Rivero Scarani, Gladys Mendía, Juan Cameron y Marta Spagnuolo]


CARLOS BARBARITO


Poesía, 2017


FLORIANO MARTINS | VALDIR ROCHA


Poesia e plástica, 2017


LUDWIG ZELLER


Novela, 2017


ALFONSO PEÑA


Contos, 2017


MENALTON BRAFF


Romance, 2017


LEDA RITA CINTRA [Org.]


Narrativa, 2017


JORGE LUIS BORGES


Entrevista, 2017
[organização e tradução de Floriano Martins]


FLORIANO MARTINS


Entrevistas, 2017


FLORIANO MARTINS


Ensaios & Entrevistas, 2017


JACOB KLINTOWITZ


Ensaios sobre arte contemporânea, 2017


CARLOS M. LUIS


Ensayos, 2017


SUSANA WALD


Crónicas, 2017


FLORIANO MARTINS


Crítica de arte, 2017


ZUCA SARDAN


Poesia e plástica, 2017


VICENTE HUIDOBRO


Poesia e prosa, 2017
[organização e tradução de Floriano Martins]


ALDO PELLEGRINI


Poesia e prosa, 2017
[organização e tradução de Floriano Martins]


ALFONSO PEÑA


Entrevistas, 2018


FLORIANO MARTINS [Org.]


Poesia, 2018
[tradução de Allan Vidigal, Betty Vidigal, Claudio Willer, Contador Borges, Eclair Antonio Almeida Filho, Floriano Martins, Graco Braz Peixoto, Leila Ferraz, Márcio Simões, Mário Cesariny de Vasconcelos, Viviane de Santana Paulo e Zuca Sardan]


ALLAN VIDIGAL


Poesia, 2018


FLORIANO MARTINS


Poesia e plástica, 2018
[translated by Allan Vidigal]


MANUEL IRIS | FLORIANO MARTINS


Poesia a quatro mãos, 2018
[translated by Allan Vidigal]


FLORIANO MARTINS


Colagens, 2018


EDUARDO MOSCHES


Poesía, 2018


FLORIANO MARTINS [Org.]


Antología, 2018



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O AMOR PELAS PALAVRAS | Coleção de livros de circulação exclusiva pela Amazon, criada por Leda Rita Cintra Castelan e Floriano Martins, experiência compartilhada dos selos Editora Cintra e ARC Edições, dedicada a livros de criação literária e estudos críticos sobre arte e cultura. Contato direto com os editores: ledacintra11@gmail.com e floriano.agulha@gmail.com.



sábado, 14 de julho de 2018

TABULA RASA, de Valdir Rocha & Floriano Martins



VALDIR ROCHA & FLORIANO MARTINS | Tabula rasa © 2018 ARC Edições
Capa © Floriano Martins, sobre foto de Lidia Lobello
Posfácios © Valdir Rocha, Floriano Martins
Revisão | R. Leontino Filho
Vinhetas & Projeto gráfico | Floriano Martins
Finalização de arquivos | Nelson Itiro Mitsuhashi
Impressão & Acabamento | Meta Brasil


R$ 30,00 (trinta reais, frete incluso)



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EU, FLORINS E O ACASO | As obras em colaboração correm o sério risco de serem soma que configure subtração. Quando dão certo, alegram os partícipes que devem ser criaturas abertas a todo tipo de surpresa.
Tenho fotografado muito aquilo que desinteressa para a generalidade das pessoas sãs. Fotografia é escrita feita com a luz, mas acrescento que também com o corte visual. Gosto de detalhes do alto, do baixo e dos lados. Neles busco e tantas vezes tenho a ilusão de encontrar algo de novo. Interessam-me visuais abandonados, apagados, arruinados, avariados, corroídos, cortados, craquelados, descascados, descolados, desgastados, desproporcionados, destruídos, dissecados, embolorados, enferrujados, enodoados, errados, esfarrapados, espatifados, estilhaçados, estragados, furados, infiltrados, manchados, mofados, oxidados, queimados, rasgados, regurgitados, remendados, rompidos, rotos, sujos, tingidos, trincados, úmidos e viscosos. Ufa! Mas não tenho gosto pelo desgosto.
Entendo que considerados o pedaço, a cor e a luz é possível se deparar com o expressivo. É isso que me alegra poder fotografar. Sei que parar, abaixar-me ou esticar-me no meio de uma rua ou calçada para fotografar as insignificâncias pode parecer apresentação de insanidade para as pessoas eventualmente circunstantes. Mas o que fazer? Esses gestos me são compulsivos.
O que quero é encontrar – a partir de minhas escolhas – alvos, animais, anjos, cabeças, camuflagens, cicatrizes, conexões, contradições, demônios, deslizes, disfarces, engodos, enigmas, erros, escaramuças, fábulas, farsas, feitiços, fraudes, fugas, furtos, harmonias, ideias, ilusões, intrusões, inversões, mapas, memórias, mentiras, metamorfoses, milagres, miragens, pântanos, pecados, pérolas, profecias, rostos, segredos, silhuetas, surpresas, vultos etc., de preferência somados. Quero a ficção das imagens.
Florins, como já se notou, é Floriano Martins, o meu caro amigo e parceiro. Eu e ele, com a indispensável participação do acaso, procuramos somar para, a partir das imagens verbais e fotográficas, chegar a terceiras coisas. O que teria surgido antes: as fotos ou os poemas? Isso não importa. O que importa é a busca, porque “as tábuas não negam a cumplicidade da ferrugem”.
Eu e ele mentimos. Alegramo-nos em fazê-lo.

Valdir Rocha


A TÁBUA RASPADA DO INFINITO | Quanto mais nos dedicamos a olhar fixamente o vazio, mais ali nos encontramos com a intrínseca natureza da criação. É na tábua raspada de nossa existência que vamos identificando os vultos a partir dos quais conformamos toda uma vida. O modo como embaralhamos os seis sentidos. Os retalhos de vislumbres que habitam o desejo e a memória. Quando criamos é que damos sabor à borda do infinito.
A arte nos permite a consciência de todas as experiências. O bordado da realidade, tangível ou não, a partir do momento em que a percebemos como parte inseparável de cada um de nós. Não li as imagens de Valdir Rocha, pois não se tratava de ilustrá-las com seu correspondente em verso. A disposição em que as duas imagens, plástica e poética, se mostram neste livro importa tanto quanto a autoria.
Tomando por base outro ritual seguramente eu teria assinado as fotografias na mesma proporção em que Valdir Rocha teria escrito os poemas. A grande afinação, sobretudo ditada pelo diapasão de nossa existência, a encontramos nessa fiação de truques que ele chama de “a ficção das imagens”. Tanto nos desentranhamos ao criar que jamais cairíamos em outro ardil que não o da narrativa.
Daí que tenhamos encontrado em Astheros a melhor configuração de nossa página em branco: o pecado da insistência que tanto nos atrai em tudo o que fazemos. Somos dois animaizinhos fabulosos. E vibramos com a intensidade de quem não quer passar um único instante sem descobrir em seu íntimo as mais distintas e distantes fragrâncias do ser.

Floriano Martins


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ESCRITURA CONQUISTADA – POESÍA HISPANOAMERICANA, de Floriano Martins



FLORIANO MARTINS | Escritura conquistada – Poesía hispanoamericana © 2018 ARC Edições
Portada & viñetas | Floriano Martins
Foto del Autor | Socorro Nunes
Dibujo del Autor | Adriel Contieri
Textos de las solapas | David Cortés Cabán y Manuel Iris
Gracias a la vida | Márcio Simões, Maria Lúcia Dal Farra, Mário Montaut, Péricles Prade, R. Leontino Filho, Soares Feitosa, Socorro Nunes y Valdir Rocha
Revisión de originales | Alfonso Peña, Manuel Mora Serrano, Susana Wald
Diseño gráfico | Sol Negro Edições
Impresión | Gráfica LCR

R$ 100,00 (cem reais, frete incluso) [em espanhol]



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ESCRITURA CONQUISTADA | Poesía hispanoamericana, de Floriano Martins (Fortaleza: ARC Edições, 2018). Este largo volumen, en sus 704 páginas, es un entrañable estudio crítico de la tradición lírica en Hispanoamérica, en sus 19 países. El libro se encuentra dividido en tres capítulos, en la forma de entrevistas y encuestas: el primero con 47 de los más expresivos poetas de esta parte del continente americano; el segundo con 39 estudiosos que aclaran los caminos de las vanguardias; y el tercero con tres amplios diálogos con el crítico español Jorge Rodríguez Padrón sobre las relaciones de esta lírica con la poesía española. Libro indispensable para el conocimiento de la lírica en Hispanoamérica. Su autor, el poeta Floriano Martins (Brasil, 1957), ha rescatado el pensamiento de los poetas y los hechos más decisivos de la poesía hispanoamericana.


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ANATOMIA DO ÓCIO, de R. Leontino Filho



R. LEONTINO FILHO | Anatomia do ócio © 2018 ARC Edições
Capa, ilustrações internas & Prefácio © Floriano Martins
Revisão & Projeto gráfico | Floriano Martins e Márcio Simões
Impressão & Acabamento | Gráfica LCR, Fortaleza
Cumplicidade editorial | Queima-Bucha & Sol Negro Edições
Agradecimentos especiais | Gustavo Luz e Márcio Simões


R$ 50,00 (cinquenta reais, frete incluso) [capa dura]




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R. Leontino Filho (Aracati-Ce,1961) Poeta e Ensaísta. Publicou os livros de poemas Cidade Íntima (1987/ 1991/ 1999); Semeadura (1988) e Sagrações ao Meio (1993) e A Geometria do Fragmento (Ensaios, 2008). Autor do ensaio de crítica literária, inédito em livro, intitulado: Sob o Signo de Lumiar – Uma Leitura da Trilogia de Sérgio Campos (Natal: UFRN/Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem, 1997). Doutor em Estudos Literários pela UNESP (Campus de Araraquara/SP) com a tese: Lavoura arcaica – o narrador solto no meio do mundo (2005).


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O RETORNO DAS SERPENTES, de Péricles Prade



PÉRICLES PRADE | O retorno das serpentes © 2017 ARC Edições
Capa & Prefácio © Floriano Martins
Posfácio © Claudio Willer
Revisão & Projeto gráfico | Floriano Martins e Márcio Simões
Impressão & Acabamento | Edições Loyola, São Paulo


R$ 35,00 (trinta e cinco reais, frete incluso)


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A vocação obsessiva de Péricles Prade é a mesma de um parente distante apenas no tempo: o holandês Hieronymus Bosch (1450-1516). Ambos são ferreiros refinados na escritura de suas evocações. Ambos mergulharam no ambiente ocultista, não como se fossem associados de uma ortodoxia, mas antes como quem busca os argumentos mais potentes para descrever a saga existencial pela qual se aventuram. Satíricos sutilíssimos, ambos, embora distintos no tratamento da ironia, na derrocada de mitos e outros vícios de linguagem. Dois felizes calígrafos dos deslizamentos da alma humana. Floriano Martins


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